Por que falar faz diferença?
Parece simples demais. Sentar, falar, e esperar que algo mude. Mas há algo na experiência da fala que vai além do que imaginamos. Quando falamos,
Atendimento a crianças, adolescentes e adultos, presencial em Muriaé (MG) ou online. Uma clínica orientada pela psicanálise, onde cada sujeito pode encontrar um modo próprio de dizer de si.
Psicóloga formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também realizei meu mestrado e, atualmente, desenvolvo minha pesquisa de doutorado.
Sou psicanalista e atuo na clínica desde 2017, articulando meu trabalho com a docência. Escuto crianças, adolescentes e adultos, tanto de forma presencial, em Muriaé (MG), quanto online.
Meu percurso se constrói entre a clínica e a docência, na aposta de que cada sujeito possa encontrar um modo próprio de dizer de si.
A escuta pode se abrir de diferentes formas, a depender do momento e das questões que cada um traz. É nesse ponto que meu trabalho se sustenta: na criação de um espaço onde a palavra possa encontrar lugar, seja na análise, na formação ou no trabalho coletivo.
Um espaço em que a criança pode se expressar à sua maneira, seja pelo brincar, pela fala, pelos gestos, permitindo que algo de sua experiência encontre forma e endereçamento.
Um tempo marcado por intensidades, deslocamentos e impasses. A escuta se orienta por acolher essas questões sem reduzi-las, abrindo espaço para que o adolescente possa se situar em relação ao que vive.
Há algo que, por vezes, retorna nas escolhas, nos encontros, nos desencontros. A análise se faz nesse trabalho de escutar o que insiste, abrindo a possibilidade de outros caminhos.
A prática clínica também pede um lugar de elaboração. A supervisão é um espaço onde os casos podem ser retomados, interrogados e sustentados, tanto em sua condução quanto naquilo que convocam de quem escuta.
Um espaço para ler, conversar e pensar a psicanálise em conjunto. Voltado a quem deseja se aproximar ou aprofundar sua formação, no ritmo próprio de cada percurso.
O trabalho analítico não se orienta por respostas prontas, nem pela busca de um ideal de normalidade. Trata-se de sustentar um espaço de escuta, onde cada um possa, no seu tempo, possa dizer de si e construir outros modos de lidar com aquilo que o afeta.
Mais do que eliminar sintomas, a psicanálise se interessa pelo que neles se repete, pelo que ali insiste em se fazer ouvir. É a partir dessa escuta que um percurso pode se abrir.
Um percurso singular. Sem fórmulas. Sem garantias.
Mas, ainda assim, possível.
Nem sempre sabemos, de imediato, o que nos atravessa. Muitas vezes, algo retorna, insiste, causa sofrimento, mesmo quando não se consegue dizer exatamente o porquê.
Parece simples demais. Sentar, falar, e esperar que algo mude. Mas há algo na experiência da fala que vai além do que imaginamos. Quando falamos,
Quando algo nos incomoda de forma repetida — uma ansiedade que não passa, um padrão que se repete nos relacionamentos, uma dificuldade que insiste —